
O presidente Jair Bolsonaro (PL) se pronunciou pela primeira vez em suas redes sociais após o assassinato do guarda civil petista Marcelo Arruda, ocorrido na madrugada deste domingo (10) em Foz do Iguaçu, no Paraná.
Em suas redes sociais, ele afirmou dispensar “qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores” e atacou a esquerda.
“A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos”, disse.
Bolsonaro relembrou o episódio em que foi alvo de ataque a faca em setembro de 2018, semanas antes do primeiro turno eleitoral. “É o lado de lá que dá facada, que cospe, que destrói patrimônio, que solta rojão em cinegrafista, que protege terroristas internacionais, que desumaniza pessoas com rótulos e pede fogo nelas, que invade fazendas e mata animais, que empurra um senhor num caminhão em movimento”, continuou.
– Independente das apurações, republico essa mensagem de 2018:
Dispensamos qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores. A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) July 10, 2022
Por fim, ele cobrou que o caso seja investigado. “Que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 hora por dia”, finalizou. (BNews)
– Falar que não são esses e muitos outros atos violentos mas frases descontextualizadas que incentivam a violência é atentar contra a inteligência das pessoas. Nem a pior, nem a mais mal utilizada força de expressão, será mais grave do que fatos concretos e recorrentes.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) July 10, 2022



