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Adolescente deixa de ser suspeito e passa a ser testemunha na morte do cachorro Orelha

Um adolescente que era tratado como suspeito pela morte do cachorro comunitário Orelha passou a ser considerado apenas testemunha no caso. A informação foi confirmada pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) neste sábado (31).

Segundo a polícia, a mudança ocorreu após a família do jovem apresentar provas de que ele não estava no local no momento das agressões. A análise das imagens do crime também confirmou que o adolescente não aparece nos registros divulgados nas redes sociais.

Com isso, outros três adolescentes seguem como suspeitos e ainda devem ser ouvidos pela Polícia Civil. Até o momento, não há data definida para os depoimentos.

O crime aconteceu na noite de 4 de janeiro, na região da Praia Brava, em Florianópolis. Orelha, um cachorro comunitário de cerca de 10 anos, conhecido por moradores como dócil e mascote do bairro, foi encontrado gravemente ferido após sofrer agressões. O animal chegou a ser levado a uma clínica veterinária, mas precisou ser submetido à eutanásia no dia seguinte devido à gravidade dos ferimentos.

De acordo com a Polícia Civil, o cão foi atingido na cabeça com um objeto sem ponta ou lâmina. As investigações seguem para esclarecer a autoria e as circunstâncias do crime.

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